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A Coluna espécial de artistas indicados pelo Grãmofonico, apresenta hoje uma banda criativa e irreverente.
A banda 7 POR MEIA DÚZIA
Com arranjos bem trabalhados e letras próprias. O som do 7 Por Meia Dúzia mescla rock, baião, samba, frevo,maracatu, entre outros ritmos, que, batidos no liquidificador resultam na sonoridade singular da banda. A idéia do “7” é estudar a fundo todos os ritmos produzidos e reproduzidos no Brasil, pensando nas características e particularidades de cada um.
Formado em 2007, o grupo escreveu o primeiro capítulo de sua história em grande estilo, no Festival de Primavera da PUC, em outubro do mesmo ano. Desde então, naturalmente, o 7 Por Meia Dúzia mudou, sempre buscando evoluir.
O interesse pelos diferentes ritmos é algo que vai além de uma escolha estética: é o retrato da influência particular de cada músico e principalmente da vontade dialogar com a riqueza de estilos e sonoridades que se ouve por aí.
A banda já se apresentou em vários lugares como o teatro Odisséia , Cinematéque, Centro de Referência da Música Carioca e o Mofo,na Lapa. Além disso, em 2008 a banda foi uma das finalistas do concurso de bandas da rede Matriz, ficando com o terceiro lugar.
Este ano de 2009 a banda foi coroada com a vitória do concurso de Bandas da Revista Megazine, patrocinado pela Oi Novo Som. Com isso, a banda vem num ritmo frenético de convites e shows. Nesse mês de novembro, a banda teve a oportunidade de abrir o show do Bnegão no Festival de Primavera da PUC-2009 e de se apresentar no Festival Universitário MTV, quando contou ainda nessa apresentação com o acompanhamento de um naipe de sopros: trompete, trombone e sax tenor.
QUEM FORMA O 7 ?:
Deborah Pech- vocalista da banda, 23 anos. Estuda psicologia na PUC-RIO e faz cursos de música e canto.
Leandro Donner –guitarrista, 21anos. É também o responsável pelas letras e melodias das músicas da banda.Cursa música na Uni-Rio e administração na PUC.
Felipe Reznik- Percussionista, 22 anos. Estuda Música na UNI-RIO. É também integrante do Bloco do Passo,além de dar aulas de percussão.
Michel Nirenberg –Sax, clarineta e teclados, 20 anos . Estuda Bacharelado em Música na UFRJ. Têm um duo de música clássica e atualmente, toca na Orquestra Sinfônica.
Cairê Rego – Baixista, 22 anos. Estuda engenharia eletrônica na UFRJ .É também integrante da banda Camaráquenada, onde tocas suas composições.
Eric Sardina - bluesman, um guitarrista virtuoso, "gênio da guitarra". Nascido em Fort Lauderdale, Florida, em 1970. Ele é conhecido pela suas vigorosas performances ao vivo.
Teve contato com o violão nas mãos com apenas seis anos e
influenciou-se ouvindo os bluesmen do Delta do Mississipi como Charlie Patton, Bukka White, Big Bill Broonzy, Elmore James e Muddy Waters. Ele absorveu todos esses estilos para o seu DNA, bem visível em seus blues moderno.
Embora tenha nascido um esquerdista, ele naturalmente atraído para tocar a guitarra como um destro. Evidentemente, esta poderia ser considerada uma abordagem difícil, mas nunca abrandou Sardinas. Na verdade, é realmente um fator importante que contribui na formação de seu estilo único e técnica especializada.
Depois de anos de "inspiração" a essência destes vários estilos de música, Eric Sardinas finalmente "expirado". Ao fazer isso, ele consequentemente deu à luz a um estilo divertido, poderoso, e por vezes assustador novo que é real, cru, e perversamente intenso.
Fica então a dica para quem gosta de blues rock.
Discográfica:
TREAT ME RIGHT (Evidence Music 1999 )
Devil's Train (Evidence Music 2001 )
BLACK PEARLS (Favored Nations 2003)
ERIC SARDINAS & BIG MOTOR (Favored Nations 2008)
O filho do homem. Especial Jakob Dylan.
Quem nunca ouviu falar na lenda viva Bob Dylan que se atire na primeira pedra.
Agora talvez você não tenha ouvido falar de seu filho, Jakob Dylan. Como são poucas frutas que caem longe do pé, no caso de Jakob Dylan não poderia ser diferente.
Já conheço a banda de Dylan (Jakob) desde 1995 e como um bom fã de Dylan-pai, fiz questão de acompanhar a carreira do filho também.
Em 2008 Jakob lança seu primeiro álbum solo, intitulado “Seeing Things” que foge um pouco do padrão Pop/Rock que consagrou a sua banda Wallflowers. A banda de Jakob Dylan surgiu por influencia de grupos como Bruce Springsteen, Elvis Costello, The Clash e outros.
Em seu trabalho solo o que prevalece são canções de formato mais acústico, com presença de violões e arranjos que lembram o estilo folk/coutry.
”Seeing Things” é um álbum que se sente muito despojado e talvez até um tanto melancólico (começando com Evil is Alive and Well, por exemplo...) Um álbum para ouvir com calma e prestar bastante atenção nas letras.
Com certeza você já ouviu algumas músicas de Jakob Dylan. Com seu sucesso suas musicas foram trilhas sonoras de trabalhos maravilhosos como: No filme Godzilla no ano de 1998 com a música “Heroes”, em “No Boundaries” com a música “Used To Be Lucky” no ano de 1999, em “Zoolander” com a musica “I Started A Joke” no ano de 2001, em “I Am Sam” com a musica “I’m Looking Through You” no ano de 2002, em “American Wedding” com a musica “Into The Mystic” no ano de 2003. Todas as músicas são muito marcantes e deram um toque muito especial nos filmes e séries.
Ouça mais do trabalho em www.myspace.com/jakobdylan